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Santa Maria Wine Lab / FAQ's

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FAQ's - Perguntas frequentes

O SMAWL é promovido pela Cooperativa AgroMariense e co-promovido pelo Laboratório Regional de Enologia (LRE). É ainda uma componente do Projeto de Valorização da Paisagem Vitivinícola de Santa Maria (PVPVSM).

Não. Apesar disso, será dada preferência a associados em caso de empate no critério de prioridades de recepção de uva.

A adega experimental está atualmente localizada nas instalações da Cooperativa AgroMariense onde é recebida e processada toda a uva.

Na altura da maturação das uvas, são efetuados diversos controlos de maturação pela equipa técnica da Agromariensecoop de modo a programar as datas de vindima consoante os objectivos e as castas.

Após rigorosa análise aos controlos de maturação, os produtores são avisados dos períodos de vindima e coordenam com o enólogo o(s) melhor/es dia(s) para entrega de uva. Durante a vindima a adega geralmente está disponível 7 dias por semana para receber uva.

Sim. Se tem atividade aberta nas Finanças, deve associar o CAE 01210 – Viticultura à sua atividade profissional e poderá passar uma factura discriminada com as uvas entregues e o valor correspondente.
Se não tem atividade aberta (nem quiser abrir), pode passar um ato isolado que permite a emissão de uma fatura por um serviço/venda pontual.

O vinho é devolvido assim que atingir o seu ponto óptimo de maturação e esteja pronto para ser engarrafado. Geralmente, o processo de engarrafamento ocorre no primeiro semestre do ano seguinte à vindima.

Não. No entanto, as castas nobres terão prioridade. Castas nobres serão sempre recebidas enquanto as castas de produtores diretos ficarão limitadas à capacidade restante em adega. Tratando-se de um projeto experimental, será também dada prioridade às variedades que existam em menor quantidade de modo a obter uma maior diversidade.

As espécies de vides chamadas “americanas” (Vitis labrusca, Vitis riparia, Vitis berlandieri, etc.) crescem em estado silvestre neste continente e, por isso, são bastante resistentes à filoxera. Ao cruzar vides americanas entre si ou com vides viníferas obtêm-se dois tipos de híbridos: os porta-enxertos ou os produtores diretos, ambos resistentes à filoxera.

Este tipo de castas surgiu na ilha de Santa Maria há pouco mais de 100 anos, logo após o aparecimento do oídio e da filoxera. Devido à elevada resistência a estas doenças, os produtores diretos/castas híbridas tornaram-se uma alternativa às castas existentes. No entanto, as uvas não são aptas para produzir vinho de qualidade que possa ser comercializado.

Para mais informações acerca de castas consulte o Portal do Vinho Português.

O Regulamento (CE) N.º 491/2009 do Conselho de 25 de Maio de 2009 não permite a comercialização de vinho produzido a partir de produtores diretos. O mesmo regulamento define que o vinho produzido dentro da Comunidade Europeia tem, obrigatoriamente, que ser proveniente das uvas da espécie Vitis vinifera, vide europeia, também chamada “mediterrânica”. Historicamente, antes do surgimento dos produtores diretos, eram cultivadas na ilha castas da estirpe Vitis Vinifera, como Verdelho, Boal ou Bastado.
No geral, castas nobres apresentam mais vantagens para todos, do produtor ao consumidor:

– Produzem vinhos de melhor qualidade
– Viabilizam a comercialização dos vinhos delas produzidos
– Possibilitam a certificação de vinhos com Indicação Geográfica (IG)
– Dão acesso a um maior número de apoios financeiros para a manutenção das vinhas e com montantes mais elevados

Sim. Qualquer pessoa pode inscrever-se no Programa de Produtores. Os inscritos terão acesso a formações, a eventos, a apoio técnico e científico e poderão vender uva. No entanto, tendo em conta a prioridade de castas nobres na compra de uvas, a quantidade de uva vendida poderá sofrer limitações.

Independentemente de ser titular das vinhas ou não, lembre-se que, para receber o pagamento da venda de uvas, terá de passar uma factura referente à quantidade e ao tipo de castas vendidas bem como o respectivo montante.

Não. Ainda assim, é aconselhado que as vinhas estejam registadas no Instituto de Financiamento de Agricultura e Pescas (IFAP) e no Instituto da Vinha e do Vinho (IVV), mais especificamente no Sistema de Informação da Vinha e do Vinho (SIVV).

O acesso a apoios financeiros é restrito a vinhas registadas, que apresentem declarações anuais de produção e colheita. Além disso, e em específico para a produção de vinhos certificados, as vinhas têm também que ser certificadas pela Comissão Vitivinícola Regional dos Açores (CVRAçores), o que só é possível para vinhas já registadas nas plataformas acima referidas.

Poderá encontrar nos websites das entidades mencionadas manuais de apoio ao registo (IFAP, IVV) mas, caso precise de ajuda para registar a(s) sua(s) vinha(s), os SDASTM prestam apoio técnico durante todo o processo de registo.

Não. A AgromarienseCoop presta apoio mas não assume nem se responsabiliza pelos trabalhos efectuados na vinha nem pela vindima. Com o enólogo afeto ao projeto, a cooperativa fornece apoio técnico nos trabalhos a serem efetuados na vinha e na marcação de datas de vindima após controlos de maturação.

Em alternativa, este apoio técnico pode ser obtido nos Serviços de Desenvolvimento Agrário de Santa Maria (SDASTM).

Sim. Todos os produtores inscritos no Programa de Produtores terão acesso a diversas ações de formação técnica e a acompanhamento pelo enólogo durante o ano. Parte integrante deste apoio consiste na troca de conhecimento acerca de controle de pragas, poda, enxertia ou controle de maturação. Enquanto entidade parceira do projeto, os SDASTM poderão também auxiliar nestes e/ou noutros processos vitivinícolas.

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